Data Centers: os cérebros do mundo

Cada vez que você acessa um site em seu computador através de um navegador como o Google Chrome, Firefox ou Internet Explorer, as informações que você busca estão armazenadas dentro de um computador em algum lugar do mundo.

Esses computadores ficam em espaços chamados de Data Centers de onde as informações são transferidas entre máquinas através de cabos de fibra ótica até chegarem ao seu micro.

Hoje em dia muitos de nós guardamos nossos arquivos em nuvem e precisamos acessá-los a qualquer momento, além disso é comum realizarmos pagamentos horas antes do vencimento através de meios on-line de pagamento. Todas essas informações são armazenadas e processadas em Data Centers ao redor do mundo e é fundamental que o acesso a elas ocorra 24 horas por dia, 7 dias por semana. É exatamente isso que os Data Centers garantem, acesso as informações de todos os websites do mundo, bancos, corretoras, seguradoras, empresas de cartão de crédito, etc e assim se tornaram fundamentais para a humanidade. Neste artigo falaremos desse tipo de ativo do mercado de Real Estate e você compreenderá:

  • O que é a internet e como ela funciona;
  • A origem dos Data Centers, o que são e para que servem;
  • Quem são os clientes de Data Centers;
  • Como funciona a contratação de um Data Center;
  • Como é a infraestrutura de um Data Center o que torna sua construção tão especial;
  • Como são feitos os investimentos em Data Centers: fundos, empresas e REITs.

O que é a Internet

Imagine que você possui um computador em sua casa, ainda sem internet. Você pode executar diversas atividades nele porém, de forma individual. É possível jogar um jogo sozinho, montar planilhas e arquivá-las na memória de seu computador ou mesmo escrever um texto para um website hospedado em sua máquina.

No cenário descrito apenas você, ou alguém na sua casa, teria acesso a todos aqueles dados. Imagine agora que você ligou um cabo de fibra ótica entre sua casa e de seu vizinho criando uma rede entre dois computadores. Nesse momento é possível que ele acesse suas planilhas, leia seus artigos ou até mesmo que vocês se enfrentem um jogo on-line.

Agora imagine que 10, 50 ou até 1000 computadores possam ser conectados criando uma rede maior. Esse processo de conexão entre máquinas foi evoluindo, conectando centenas de milhões de máquinas até que finalmente, uma máquina pudesse ter acesso a praticamente qualquer máquina através da tão famosa Internet.

A Internet é um sistema global de redes de computadores interconectados. É a rede das redes.

Não, a internet não mora numa nuvem! A Internet é um conjunto de cabos, na maioria das vezes enterrados debaixo da terra!

A Internet é seu computador ligado no do vizinho. São os computadores de um bairro conectados numa rede. São os computadores dos bairros conectados em todos os das cidades, e assim por diante até as conexões entre países, tornando uma rede global.

O acesso a um website na Internet

É interessante pensar no caminho da informação quando acessamos sites na Internet. Por exemplo neste momento você está lendo nosso artigo no RExperts.com.br.

Seu computador está ligado na Internet através de alguma provedora (Vivo, NET, Claro, etc). Essa provedora possui uma rede de cabos de fibra ótica ligada em diversas casas. Esses cabos conectam todas essas casas em uma rede de cabos ligados entre si e conectados a outros computadores onde além de muitas outras informações nosso site está hospedado.

Se você acessar o Facebook daqui 30 segundos, as informações muito provavelmente serão buscadas em outro servidor (computador), provavelmente a centenas ou milhares de quilômetros de distância do anterior, através da rede de cabos que forma a Internet.

Enviando um e-mail

Uma outra atividade muito comum é o envio de e-mails que também ocorre com a comunicação entre computadores ligados à rede de computadores e servidores de e-mails.

Ao escrever um e-mail em seu computador e clicar em enviar, sua mensagem não viaja diretamente da sua máquina para a de seu amigo destinatário. Ela vai para o servidor onde você possui uma conta de e-mail, que por sua vez enviará a mensagem através da rede para o servidor onde seu amigo possui conta que finalmente transmitirá a mensagem ao computador pessoal dele.

A origem dos Data Centers

Durante o chamado “dot-com bubble” entre 1997 e 2000, grandes empresas passaram a precisar de uma rápida conexão de Internet e operação constante para poder estabelecer a sua marca dentro do mercado on-line, incluindo serviços como por exemplo a hospedagem de websites, gestão de contas de e-mail e diversos serviços financeiros.

Com isso, houve uma crescente necessidade de locais para manter os computadores-servidores e de infraestrutura para interconectá-los. Com intuito de atender a demanda por espaços em que empresas pudessem instalar seus sistemas e operá-los, alguns empreendedores passaram a construir grandes galpões especializados chamados de “Internet Data Centers”.

Mas, então o que é um Data Center?

Os Data Centers são amplos espaços construídos em estrutura similar a um grande galpão, porém com infraestrutura especial de fornecimento de energia e refrigeração, preparados para armazenar sistemas computacionais de uma ou mais empresas.

Como funciona a rede

As informações de websites como Google e Wikipedia, de empresas de cartão de crédito, bancos,  filmes do Netflix e até seus arquivos “em nuvem” do Dropbox, ficam armazenadas em computadores dentro de Data Centers. Para a informação chegar até você, as provedoras de internet conectam seus cabos de fibra ótica até eles passando pelos chamados PIX (Pontos de Interconexão) ou PTTs (Ponto de Troca de Tráfego). Os PIX são espécies de “hubs” que conectam diversos cabos de operadores e estão ligados a diversos Data Centers formando a rede de computadores.

*O PIX e Data Centers do desenho são apenas ilustrativos, não representando portanto os realmente existentes no estado de SP.

Nossas casas são ligadas nas redes das provedoras de Internet, que são interligadas através nos PIX que estão conectados aos Data Centers do mundo todo onde ficam armazenadas as informações e os dados são processados.

A globalização da Internet

Existem ainda casos em que a informação que você solicita por meio da rede está armazenada em um provedor que está instalado em um Data Center em outro lugar do mundo, e então, como essas informações chegam até nós?

Existem ligações internacionais feitas por cabos de fibra ótica que passam por baixo do oceano e que transmitem essas informações ao usuário final, que pode estar do outro lado do mundo. Existe inclusive um mapa dessa “rede submarina”, como pode ser visto na imagem abaixo. Os problemas desse tipo de conexão são que a informação demora mais tempo percorrendo seu “caminho” até o usuário final e que geralmente são necessários pagamentos extras para realizar uma conexão desta com outro País, encarecendo o valor desse serviço. Por esses fatores é interessante que empresas como Google, Facebook e Amazon tenham Data Centers em vários países para atender ao público local.

Quais são os Clientes de Data Centers?

Qualquer empresa do mundo que tenha um site, que tenha uma conta bancária ou que receba pagamentos via cartão de crédito, depende dos Data Centers. Entenda quem são os principais clientes de Data Centers:

  • Servidores que hospedam websites: se você possui um site, ele provavelmente ocupa um pequeno espaço dentro de um hard drive localizado em um data center que está “alugado” por empresas como Locaweb, King Host, Hostgator, UolHost;
  • Mercado financeiro: bancos, corretoras e seguradoras podem possuir um Data Center próprio, de forma a ter um espaço exclusivo destinado para a armazenagem e rápido processamento de todas as movimentações realizadas diariamente por seus clientes;
  • Serviços de armazenamento em “cloud”: os arquivos armazenados na chamada “nuvem” na verdade estão dentro de um Data Center. Se você tem conta no Dropbox, Google Drive, One Drive ou iCloud você acaba novamente usando um Data Center;
  • Empresas de meios de pagamento: empresas de pagamentos via cartão de crédito como Visa, Mastercard e American Express ou de pagamentos digitais como PagSeguro e Paypal possuem presença em múltiplos data centers. Eles devem conectar suas informações financeiras a de outros sites como por exemplo os de companhias aéreas a cada venda realizada de forma muito ágil. Sendo assim, elas buscam o “cross-connect”, uma conexão entre o seu rack e o de outra empresa no mesmo Data Center de forma a ter uma conexão mais rápida com cada uma e processar os pagamentos quase de forma instantânea;
  • Backup e contingências: Em muitas empresas é comum existir um centro de processamento de dados (CPD), onde ficam máquinas responsáveis por armazenar uma rede dos computadores locais, que operam naquele ambiente restrito. Imagine como são valiosos os dados de grandes empresas, todas as suas planilhas de clientes, histórico de vendas e dados financeiros. Por isso esses CPDs também estão conectados à rede externa e costumam ter seus dados copiados para máquinas de backup em Data Centers.

Como funciona um Data Center

Dentro do Data Center estão posicionadas as bandas dedicadas, que recebem a fibra ótica proveniente de um PIX. Essa é a ligação do Data Center com o mundo dos dados externos, a Internet.

Através de “Switches” e “Routers”, os equipamentos dos clientes com o hard drive e a memória RAM, responsáveis pela armazenagem e processamento de dados respectivamente, são ligados à rede da internet externa. Todos esses equipamentos ficam instalados em “racks” dentro das salas de T.I.

*Sala de TI do Data Center da ODATA

A infraestrutura de um Data Center

Infraestrutura Elétrica

Um Data Center é responsável por fornecer Energia para seus clientes. Para atender a demanda do cliente, ele deve possuir conexões com linhas de distribuição de alta tensão para receber energia elétrica em quantidade e a baixo custo, podendo também obter energia diretamente de PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) com uma subestação elétrica nas proximidades ou dentro de seu terreno.

Existem Data Centers que obtêm energia de parques com geração eólica, como é o caso do Green House Data, localizado no Estado de Wyoming, nos Estados Unidos. Este Data Center, com 1.000 m² de área, é totalmente abastecido por energia eólica.

Em casos de problemas no fornecimento de energia elétrica um Data Center não pode parar de prover energia para os computadores que estão “rodando”. Num caso destes, um nobreak de grande porte (UPS) é acionado instantaneamente, evitando sequer uma “piscada” de luz. O nobreak é alimentado por um banco de baterias que pode manter o funcionamento do Data Center por 12 minutos, o suficiente para a entrada dos geradores.

* Sala elétrica do Data Center da ODATA

Mas em casos de problemas de fornecimento de energia elétrica mais extensos, há sempre geradores alimentados por tanques de diesel que podem suportar a operação normal do Data Center por dias sem serem reabastecidos. É interessante notar que geradores modernos, em Data Centers de vanguarda, poderiam inclusive operar ininterruptamente por meses ou anos.

*Gerador da ODATA de 2.800 KVAs. Geradores comuns possuem em média de 100 a 200 KVAs!

Infraestrutura de Ar Condicionado

Caso ocorresse algum problema e o ar condicionado parasse de funcionar, em cerca de 5 minutos a temperatura na sala de T.I., onde ficam os racks com os computadores das empresas, poderia atingir 70⁰C e todos os servidores seriam desligados. Esse exemplo serve para ilustrar a importância do sistema de ar condicionado em um Data Center.

Por esse motivo, Data Centers modernos possuem grandes chillers que mantém a temperatura ideal constante nas salas. Em caso de algum chiller quebrar, há pelo menos um outro redundante que entrará em operação e substituirá o problemático.

*Central de Água Gelada do Data center da ODATA

Outro ponto importante é que em caso de queda de energia, o sistema de Chillers é desligado e reiniciado apenas com a partida dos geradores e, por isso, existem tanques de termoacumulação que mantém um pulmão de água gelada que é suficiente para manter o sistema de refrigeração em perfeito funcionamento até a retomada dos chillers.

* Tanques de Termocumulação do Data Center da ODATA

Os Data Centers utilizam piso elevado, embaixo do qual o ar frio é insuflado. Cada corredor de racks possui placas de alta vazão com aberturas para a saída de ar frio. Na imagem abaixo mostra-se a infraestrutura uma sala de T.I. vazia.

*Sala de T.I. do Data Center dada ODATA. É possível observar as placas de alta vazão no piso elevado por onde entra o ar frio do sistema de refrigeração.

Segurança de acesso

Outro aspecto fundamental deste tipo de empreendimento é a segurança.  Entrar em um Data Center dá uma sensação de estar entrando numa fortaleza futurista! O imóvel possui múltiplos portões e portaria blindada para acesso ao prédio. Além disso, há vigilância 24h através de dois diferentes espaços físicos (ambos blindados) e equipe de segurança treinada.

Todas as portas no local são monitoradas e necessitam pelo menos de um cartão de acesso para ser aberto, o qual só funcionários possuem e visitantes só podem obter em uma das portarias blindadas do local. Para entrar nas salas de T.I., além do cartão de acesso com a devida permissão , é necessária a identificação por leitor de digital.

Em um Data Center moderno, existem pelo menos 5 níveis de segurança desde a entrada no prédio até o acesso as salas de T.I., onde o “ouro” está guardado. Uma curiosidade é que uma das portas impede que por ela passe mais de uma pessoa por vez, evitando que alguém mal intencionado “dê carona” a outra pessoa com o seu cartão de acesso.

Segurança contra incêndio

Empresas gestoras de Data Centers focam na prevenção do incêndio ao invés do combate. As salas de T.I. possuem sistemas avançados de detecção de incêndio, os quais realizam um monitoramento nas partículas de ar e em caso de qualquer anomalia, por menor que seja, é feita uma verificação que é capaz de identificar uma pequena falha que poderia resultar em um incêndio com 1 mês de antecedência. O sistema é tão sofisticado que é capaz de identificar as partículas da capa de um fio que superaqueceu.

Tratando do combate ao incêndio, o Data Center possui também um sistema de supressão a gás. O agente extintor de incêndio HFC-125 atua de duas formas: através de uma reação física que esfria as chamas e através de outra química, onde a substância reage com os radicais livres do fogo responsáveis por realimentar as chamas, eliminando-os. Esse sistema pode ser utilizado em incêndios das Classes A, B ou C. Esse agente atua no combate ao incêndio através de uma forma não prejudicial as pessoas do ambiente, já que é considerado um agente limpo, além minimizar os danos aos equipamentos, e por isso é um sistema muito utilizado em Data Centers.

Além disso, em último caso o prédio também possui um sistema de sprinklers a seco que é inundado e ativado apenas na região em que um eventual incêndio esteja ocorrendo de forma a minimizar os danos aos equipamentos.

Gestão e Organização do Site

A organização desse tipo de empreendimento é outro aspecto fundamental. Geralmente existe um software que organiza as operações, controlando inclusive as rotinas de manutenção, e que pode ser acessado via web ou via app. São necessárias rondas constantes de manutenção preventiva, em que os técnicos da empresa realizam atualizações sobre os dados de cada equipamento.

Equipes que identifiquem anomalias, verificam a necessidade inclusive do chamado de empresas terceirizadas para realizar manutenção corretiva. Em caso de detecção de possível anomalia em equipamento do cliente, o mesmo é contatado para que realize a manutenção ou contrate uma equipe para realizar o serviço. O operador de um Data Center garante que a intervenção em equipamentos do cliente sem a presença do mesmo ou sua notificação seja feita apenas em caso de emergência extrema.

Nos Data Centers, tudo é feito para garantir o perfeito funcionamento dos equipamentos do cliente e proteger as informações neles contidos com o máximo do zelo. Devido à alta confiabilidade e disponibilidade oferecida por Data Centers modernos, o preço cobrado por eles é superior ao de Data Centers de menor confiabilidade de forma a remunerar o elevado investimento e os  custos operacionais.

Como funciona a contratação de um Data Center?

Ao “hospedar” os equipamentos do cliente, um Data Center garante o fornecimento de energia; a manutenção da temperatura em 22⁰C (com margem de + ou – 2⁰C ) nos corredores frios; o monitoramento de possíveis problemas nos equipamentos e a disponibilidade de conexão a ser contratada pelo cliente de forma a permitir o tráfego de dados.

O Data Center tem receita através de serviços oferecidos ao cliente:

  • Aluguel de espaço para a alocação dos racks dos clientes com disponibilidade de energia, refrigeração e conectividade;
  • Fornecimento da banda de Internet “do Data Center”;
  • Em caso do cliente optar por contratar diretamente a banda de uma operadora, o Data Center cobra apenas pela ligação entre a sala de telecom e o rack do cliente(“Golden Jump”);
  • Cross Connection – conexão do rack de um cliente ao rack de outro cliente;
  • Aluguel de salas particulares de escritório ou de reunião para os clientes dentro do imóvel do Data Center;
  • Serviços remotos – serviços de profissionais capacitados dentro dos data centers para atender as necessidades locais dos clientes, como ativação de equipamentos.

Alguns detalhes da contratação de serviços

De acordo com a escala do cliente e o volume contratado, a energia pode ser cobrada através de medição da quantidade de energia utilizada. Para clientes menores, normalmente a “energia” já está embutida no valor do contrato fechado, em que o cliente contrata uma capacidade de fornecimento pré-determinada.

Fundos de Investimento Imobiliário e REITs

O Data Center é construído em um grande terreno e se caracteriza como um galpão. O interessante é que os custos com terreno e construção compreendem apenas 10%-20% do investimento necessário. Isso já nos dá uma dimensão dos gastos necessários com os equipamentos nos Data Centers. Esse alto investimento, aliado a complexidade construtiva e operacional, torna Data Centers um negócio com significativa barreira de entrada. Por isso, apenas empresas muito sofisticadas e Fundos de Investimento como os Private Equities tem se aventurado nesse setor.

Por obterem uma renda mensal de “locação” do seu espaço para clientes, os data centers podem ser convertidos em FIIs (Fundos de Investimento Imobiliários). No Brasil o mercado de FIIs ainda não está maduro a esse ponto, mas isso já é realidade em países como os Estados Unidos, que possuem REITs (Real Estate Investment Trusts) exclusivos do setor. Ilustra esse caso o Digital Realty Trust, REIT com sede em Denver-CO, que possui 170 Data Centers em 11 países. Um investidor que compre cotas dessa empresa recebe dividendos (dividend yield) médios de 3,5% a.a.

O Data Center 350 East Cermak, administrado pela Digital Realty Trust, é o maior do mundo e possui números astronômicos. Ele abriga mais de 50 geradores abastecidos por 115 mil litros de diesel e tem um sistema de refrigeração composto por tanques de termocirculação com 30 milhões de litros.

ODATA

Para elaborar todo esse conteúdo, o RExperts contou com a cortesia de uma visita ao super moderno Data Center da ODATA, em Santana de Parnaíba-SP. A ODATA é uma empresa que possui ativos de Data Center “estado da arte”, ou seja, o melhor da tecnologia existente no mercado, garantindo a máxima segurança para os dados e a comodidade para seus clientes. Os ativos da companhia são classificados como Tier III, ou seja, garantem a disponibilidade dos serviços oferecidos de 99,982% do tempo e possuem certificação LEED Gold.

Se quiser saber mais sobre a ODATA e seus serviços visite o site http://ODATAcolocation.com/ Gostaríamos de agradecer à ODATA pela atenção em receber a nossa equipe e esclarecer alguns pontos importantes sobre Data Centers.

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